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Entrevista Exclusiva com Rick Barrio Dill (Vintage Trouble)

Por Ariel Andrade

Há um tempo atrás trouxemos à vocês o perfil completo deste super baixista que vem rodando o globo com a sua banda Vintage Trouble. Então sejamos breves, sem rodeios a seguir está uma super entrevista que fizemos com o cara onde ele nos conta um pouco mais sobre seu equipamento, sua carreira e seus planos. Confira:

Nos conte um pouco sobre o seu início. Quando você decidiu viver de música?
 
Rick - Eu sempre fiz música e sempre também fui tocado por ela em um nível que eu ainda não sei se um dia irei entender completamente, e isso pra mim é uma coisa muito bela. Eu pensei sempre que quando eu tivesse velho o suficiente para ver ao menos uma pequena chance de viver disso a música iria me escolher. Eu não consigo me imaginar fazendo qualquer outra coisa, e não acho que alguma me completaria no nível que a música me completa. Eu também tive muita sorte de ter pais, amigos e um parceiro que acreditaram em mim e sempre permanceram positivos, você nunca pode menos prezar a importância de estar rodeado de energia que é o que constrói caminhos positivos.
  
Fale pra gente um pouco sobre o seu equipamento em estúdio e na estrada. O que você está usando?
 
Rick - Para mim hoje em dia eu adoro o desafio da simplicidade, assim como era nos anos 50 e 60. Parece que tenho que trabalhar mais duro para conseguir alguns timbres e isso é uma coisa boa pra mim em particular. Eu simplesmente amo baixos antigos da Fender e por isso eu geralmente uso eles e um afinador basicamente. Na estrada eu costumo ter um jazz bass 65 e um Pbass 57 reissue por que a fender está fazendo uma nova série vintage tão boa que realmente se parece com os vintages originais tanto na pegada quanto no som, porém sem toda a preocupação que se tem com uma peça vintage. No que diz respeito a amplificadores, no estúdio eu tenho um B-15 ampeg fliptop 1966 que traz um tempero de tudo que gosto do som daquela época, é só colocar um microfone na frente e você já está pronto pra ação. Para situações ao vivo onde precisamos daquela confiança e força para aguentar a estrada, eu uso Aguilar com cabeçotes de 750w e caixas também (4x10 e 1x15).  Eles são a melhor coisa que anda rolando por aí, e sempre soam consistente independentemente do rigor da estrada.
 
 
Rock in Rio é um dos maiores festivais do planeta. Como foi esta experiência para você e sua banda?
 
Rick - Não se poderia colocar em palavras o quão animados ficamos ao ouvir a notícia de que iríamos tocar lá. E consequetemente o quão maravilhoso foi passar por esta experiência. Quando criança sempre ouvi falar deste festival no Rio e como era demais estar lá pelas pessoas, pela cidade, pela experiência do festival, era uma coisa que se levava para a vida inteira. Em seguida, somos recebidos de uma forma tão boa pelas pessoas através de nossa música, nosso som, nosso show ao vivo...Realmente foi uma coisa dos sonhos pra gente.   
 
 
Quais são as suas maiores influências musicais?

Rick - Particularmente, eu amo muito o antigo Soul, rhythm and blues, gospel e rock'n'roll com soul. Tudo se resume à convicção e arte pra mim, sendo Otis Redding ou Rolling Stones ou Prince ou Donny Hathaway ou inúmeros outros, tudo se junta em um lugar feliz pra mim. Parece que estou sempre em uma viagem de redescoberta, encontrando novamente coisas antigas e raras de pessoas como Little Richard ou Solomon Burke ou até mesmo coisas raras da Stax ou Motown, ou gospel e blues que eu nunca havia ouvido. Música é uma coisa universal e pessoal ao mesmo tempo pra mim, amo tanto o fato de ter milhões de coisas aí fora esperando para serem descobertas.
 
 
Você já havia trabalhado com o cantor do Vintage Trouble antes. Como vocês se juntaram para formação da banda?
 
Rick - Sim. Como você mencionou. Ty, eu e Nalle (guitarra) viemos todos juntos de um projeto anterior do Ty e consequetemente nos tornamos grandes amigos e começamos a soltar diferentes idéias que se tornaram as primeiras demos da Vintage Trouble, mas todos nós estávamos fazendo diferentes coisas para pagar nossas contas. A vida nos deu uma ótima oportunidade quando todos estes projetos acabaram ao mesmo tempo. Isso criou um vácuo para nós o que incentivou a todos nós a tentar de verdade a idéia do Vintage Trouble. Literalmente em alguns inutos juntos em um quarto nós nos sentimos como nunca tínhamos nos sentido antes em nenhum outro projeto. Três semanas depois tivemos nosso primeiro gig e não paramos mais, isso já faz três anos e meio.     
 
 
O lance vintage é algo realmente presente na sua vida fora da música? 
 
Rick - Nós somos produto dos anos 80, 90, 2000 e além. Mas por vários ângulos, o tempo vintage na moda, música, simplicidade, arte realmente ressoam em mim. Eu adoro o lado moderno que pode nos propor a maioria dessas coisas antigas com a maior facilidade, mas quando você pensa do jeito que muitos grandes que vieram antes pensaram e assim fizeram trabalhos tão incríveis, isto implora para ser respeitado. Como se pode não amara aquele tempo na história? Isso ressoa em todos os aspectos na minha vida mais e mais todo o tempo. Quanto mais eu aprendo ou percebo que posso me tornar uma pessoa melhor se eu aprender com essas pessoas que vieram nestas 'épocas vintage' mais eu respeito e amo eles. Tem se tornado mais e mais definitivo para mim o tempo inteiro e eu gosto disso.
 
Vintage Trouble tem ficado cada vez mais famoso no planeta todo com o passar do tempo. Com isso cada vez mais pessoas escutam vocês e consequentemente mais pessoas comparam vocês  com artista como James Brown e outros. O que você pensa sobre este tipo de coisa?
 
Rick - Novamente, eu acho que música tem um significado pessoal de qualquer jeito que funcione melhor para você. Se alguém ouve James Brown, ZZ Top, Led Zeppelin e conecta isso profundamente a você, boa arte está sendo feita e nós somos abençoados em estarmos em qualquer parte deste trabalho para manter a chama acesa.
 
 
Vintage Trouble colocou muita energia no seu álbum. Suas linhas de baixo ali são fantásticas e o groove com a bateria funcionou tão bem que faz com que todos que ouçam queiram levantar e dançar. Conte pra gente como estas cançòes foram feitas e  como surgiram estas linhas incríveis como a de Blues hands me down.
 
Rick - Obrigado. O riff the Blues Hand Me Down era o grande riff que Nalle tinha e o mais engraçado é que eu e Richard (Bateria) como baixo e bateria viemos de lugares totalmente diferentes mas conseguimos fazer a química rolar. O restante da música me parece ser uma onda continua em que cada um de nós entra e sai mostrando nossas diferentes personalidades e individualidades. Assim como acontece com Nalle, ao mesmo tempo que temos tanto em comum, nós não ouvimos as mesmas coisas e acredito que este conflito natural é uma dádiva incrível também. Nós estamos o tempo todo empurrando e puxando uns aos outros e isso é o nosso tempero especial. é a química que torna tudo tão especial. Eu levo a minhas coisas como qualquer pessoa faria e acho que a maior parte do que fazemos vem de coisas assim. 
 
Quais os próximos passos para você e sua banda agora? 
 
Rick - Continuar em turnê o máximo possível e também focar nas gravaçòes do próximo disco neste final de ano para voltar o quanto antes a ver o povo da América do Sul.
 
 
As pessoas no Brasil realmente curtiram o show de vocês no Rock in Rio. Por favor deixe uma mensagem a todas estas pessoas.
 
Rick - Nós não poderíamos ter sentido uma conexão melhor e mais forte com o público, estilo de vida e paixão do brasil. Nós de verdade não vemos a hora de voltar e quando fizermos isso, continuar compartilhando aquela bondade sexy e suada sobre todos nós. Vocês certamente meus amigos são os reis nisso e vamos fazer isso juntos e o mais rápido possível. LOVE!! 

Comentários

27 JAN 15h53
Antonhyday

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