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The Loop man?!












Por Ariel Andrade


 

 
Não é de hoje que os pedais de loop são os melhores amigos daqueles instrumentistas que buscam uma liberdade maior em suas composições, ou que até mesmo daqueles que por opção preferem trabalhar sozinhos.Com o passar dos anos este tipo de pedal vem marcando presença por todo o mundo, de palcos de pubs até grandes arenas. Artistas consagrados defendem o uso do aparelho como uma forma mais econômica de viajar e divulgar seu trabalho, uma vez que é muito mais fácil levar o músico com seu set do que a sua banda completa. 
Não é preciso ir longe para encontra-los em ação, sendo ao vivo ou em video artistas como Celso pixinga, Ney Conceição, Ebinho Cardoso, Victor Wooten, Hadrien Feraud (destaques mundiais no contrabaixo) fazem uso desta alternativa. Usar o sistema de loops vem se tornando uma maneira de apresentar seu trabalho sem tantas limitações, ainda mais quando se trata de um multi-instrumentista, onde em cada loop você consegue gravar um instrumento. 
Com esta ascensão a Boss resolveu promover pelo mundo o "Boss Loop Contest" e na etapa Itália do concurso o vencedor é o destaque deste post, senhoras e senhores: Simone Vignola.
 
 
Considerado um Prodígio do Contrabaixo aliado ao afiadíssimo conhecimento sobre loops, Simone Vignola ganhou grande destaque pelo mundo e após vencer o concurso da Boss, irá se apresentar agora nos EUA em Los Angeles nos dias 13 e 14 de janeiro na NAMM 2011.
Em meio a Loops, Simone Toca diversos instrumentos percussivos, teclado,violão, guitarra, canta e o mais importante para nós: Contrabaixo. Simone começou a tocar aos 7 anos porém na guitarra, somente aos 12 o mesmo começou a tocar contrabaixo com o intuito de seguir os passos de seu herói musical: Sting. Sua carreira começou a amadurecer em 2008 quando foi eleito o melhor baixista europeu com menos de 35 anos após ter vencido o Euro Bass Day em Verona na itália.
Me surpreendi muito com o que este baixista pode fazer, e por isso abaixo estarão alguns videos de suas músicas que também estão presente numa masterclass lançada por ele a pouco tempo, Vale muito a pena!.
 

Mais informações: http://www.simonevignola.com/


Comentários

16 JUN 23h47
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2009 na poledtica: a popularidade de Lula por Marcos Coimbra Correio Braziliense 27/12/2009Se Dilma gahnar, algo que hoje parece muito possedvel, teremos criado, em Lula, uma figura que nossa imaginae7e3o poledtica ne3o conhecia e que nossa cultura ne3o este1 preparada para absorver: um ledder inconteste, legitimado por um apoio popular quase une2nimeComo fizemos no final do ano passado, a coluna de hoje e as prf3ximas duas se3o dedicadas a um balane7o do ano poledtico que termina. Nelas, vamos discutir treas assuntos que poderiam ser considerados os mais importantes de 2009.Em um repeteco de 2008, o primeiro e o que mais impacto teve na nossa vida poledtica este ano voltou a ser o tamanho da popularidade de Lula. Ela chega, neste dezembro, a novos nedveis histf3ricos e influenciou de maneira decisiva o segundo tema de que trataremos, a maratona eleitoral em diree7e3o a 2010, uma corrida te3o longa que ameae7a deixar esgotados candidatos e eleitores.Lula tem hoje uma popularidade que ne3o conhecedamos em nossa experieancia democre1tica. Sobre os presidentes da Repfablica de 1945, quase ne3o he1 dados compare1veis, mas toda a evideancia, baseada em outras fontes, diz que ne3o. Quem consultar a imprensa do peredodo, quem ler seus inte9rpretes, quem tiver memf3ria prf3pria, sabere1 que nenhum deles gozou da unanimidade com que conta o atual. Fora o fato de todos, com a possedvel excee7e3o de Dutra, terem enfrentado crises agudas onde seus mandatos foram questionados, atrave9s de golpes, ameae7as de golpe e sublevae7f5es diversas, de origem civil ou militar.Da redemocratizae7e3o em diante, o mesmo. Sarney, Collor, Itamar e Fernando Henrique, cada um e0 sua maneira, tiveram seus auges de aprovae7e3o. No governo Sarney, ele foi alcane7ado dois anos depois da posse e durou alguns meses, na breve vida do Plano Cruzado. Quando o plano acabou de maneira decepcionante, Sarney nunca mais se recuperou.O de Collor foi o mais engrae7ado, pois aconteceu antes que chegasse ao governo. No intervalo entre a vitf3ria em dezembro de 1989 e a posse em mare7o de 1990, as pesquisas mostraram que eram elevadedssimas as expectativas sobre seu desempenho e a avaliae7e3o positiva quase universal. Do discurso de posse ao final antecipado do governo, no entanto, os nfameros sf3 foram ladeira abaixo.Itamar experimentou algo parecido, mas terminou de maneira diferente. Quando assumiu, em meio e0 crise do impeachment, toda sociedade torcia por ele e lhe tinha apree7o. Mas seu governo teve uma aprovae7e3o sempre declinante, ate9 ser recuperado pelo Plano Real. Se Sarney comee7ou baixo (pela frustrae7e3o com a morte de Tancredo e a desconfiane7a que contra ele existia), subiu (com o Cruzado) e terminou mais baixo ainda, Itamar fez o percurso inverso: de alto a baixo e depois a alto de novo.Sobre a avaliae7e3o de Fernando Henrique, o que mais chama a atene7e3o, atualmente, e9 que3o mal ela resistiu e0 passagem do tempo. Ao contre1rio dos bons vinhos, quanto mais tempo passa, pior fica. Os elementos que fizeram com que ela fosse elevada, he1 poucos anos, como que sumiram. As realizae7f5es de seu governo, decisivas para que o paeds estivesse hoje melhor, ficaram secunde1rias, frente e0 antipatia com que e9 visto pela maioria das pessoas.E Lula? Ne3o sf3 sua avaliae7e3o me9dia, nos faltimos dois anos, ganha de goleada da que todos tiveram, quanto os ultrapassa nos seus picos de popularidade. Ou seja, o Lula do dia a dia e9 mais bem avaliado que o Sarney do Cruzado, o Collor de antes da posse, o Itamar do dia da posse, o FHC do Plano Real.Deixando de lado as explicae7f5es que team sido aduzidas para esse fenf4meno, de uma coisa podemos estar certos: a campanha eleitoral de 2010 sf3 vai fazer com que Lula fique maior. Do lado de Dilma, sua figura sere1 enaltecida a ponto de se confundir com os arcanjos e os querubins. Sua campanha dire1 que a obra de Lula e9 extraordine1ria, para justificar sua proposta de apenas mantea-la. Do lado de Serra, ele mesmo tem afirmado que pretende polemizar e9 com Dilma, pois quer tudo, menos se defrontar com o presidente.Se Dilma gahnar, algo que hoje parece muito possedvel, teremos criado, em Lula, uma figura que nossa imaginae7e3o poledtica ne3o conhecia e que nossa cultura ne3o este1 preparada para absorver: um ledder inconteste, legitimado por um apoio popular quase une2nime. Querendo, voltaria e0 Presideancia quantas vezes pudesse.O perigo e9 que, nesse ponto, sf3 sua convice7e3o democre1tica nos separaria de outra aventura autorite1ria. Ainda bem que a tem.MARCOS COIMBRA e9 socif3logo e presidente do Instituto Vox Populi


04 JUL 05h56
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Nessa linha de aproximação consumidor/empresa, vejam matéria da Época Negócios, de junho:“As empresas erram”Tratar as redes sociais de maneira semelhante à mídia tradicional é um equívoco, afirma o especialista americano em tendências e futuro dos negócios.(…)Nos próximos anos, o cotidiano das empresas deverá ser profundamente afetado por uma nova forma de organização, que priorizará a comunicação e o trabalho realizado em redes colaborativas, chamadas worknets. Isso também pressupõe um relacionamento franco com os consumidores, que não pode ser controlado pelas empresas.(…)É este o cenário projetado pelo americano Christopher Meyer, especialista em tendências, presidente da empresa de pesquisa para o futuro dos negócios Monitor Networks de 2004 a 2009 e colaborador da Harvard Business Review. “Não há mais como voltar atrás. As empresas bem-sucedidas no futuro serão aquelas que aprenderem a lidar com as novas ferramentas oferecidas pela tecnologia”,(…) A contratação de funcionários jovens que entendam de redes sociais pode ser um bom começo.(…). Ouçam seus funcionários nativos digitais, porque eles terão novas ideias. Antes, o mais comum era que nenhuma grande mudança ocorresse durante a carreira de um gestor. Agora está claro que tudo o que você aprendeu na escola não será verdadeiro pelo resto de sua vida. Acredito que o alinhamento em redes vai exigir também profissionais mais abertos. Alguns veem os negócios como um jogo de tudo ou nada, onde duas pessoas não podem sair ganhando. Aqueles que acreditam que a colaboração cria um valor novo que pode ser compartilhado serão mais bem-sucedidos do que aqueles que dizem que existe uma única torta a ser partilhada.(…)O acesso universal às informações torna muito mais fácil pressionar as grandes empresas. Para lidar com isso, as companhias devem estar abertas a ouvir o que estão falando delas fora de suas paredes e estabelecer uma estratégia coerente para decidir o que elas consideram de sua responsabilidade e o que não.(…)A indústria promove a infraestrutura que ajuda os consumidores a conversarem e, ao mesmo tempo, é beneficiada, porque pode ouvir seus anseios.(…)Estão fazendo muita coisa errada, ao tratar as redes sociais quase que da mesma maneira como tratam a mídia tradicional. Geralmente, há uma disputa entre o marketing, que procura estabelecer uma conversa franca com o consumidor, e o jurídico e o comercial da empresa, que são contra esse diálogo. As companhias correm como uma manada para as redes sociais, mas ainda não sabem o que realmente é eficaz. Deveriam começar de fato com a perspectiva de que terão um diálogo franco com o consumidor, sobre o qual não têm o controle.(…)Outra profissão a surgir pode ser a do constituency manager, executivo responsável por gerenciar as áreas de relação com os clientes, (…)Uma área que com certeza está longe da maturidade é a da tecnologia de colaboração. Ela continua a mudar muito rapidamente e não vejo o fim disso. Acho que tecnologias elaboradas de realidade virtual são complexas e até agora não parecem ter funcionado. As wikis aparentemente estão tendo bons resultados, assim como os grupos de discussão.

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06 JUL 05h11
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Nessa linha de aproximação consumidor/empresa, vejam matéria da Época Negócios, de junho:“As empresas erram”Tratar as redes sociais de maneira semelhante à mídia tradicional é um equívoco, afirma o especialista americano em tendências e futuro dos negócios.(…)Nos próximos anos, o cotidiano das empresas deverá ser profundamente afetado por uma nova forma de organização, que priorizará a comunicação e o trabalho realizado em redes colaborativas, chamadas worknets. Isso também pressupõe um relacionamento franco com os consumidores, que não pode ser controlado pelas empresas.(…)É este o cenário projetado pelo americano Christopher Meyer, especialista em tendências, presidente da empresa de pesquisa para o futuro dos negócios Monitor Networks de 2004 a 2009 e colaborador da Harvard Business Review. “Não há mais como voltar atrás. As empresas bem-sucedidas no futuro serão aquelas que aprenderem a lidar com as novas ferramentas oferecidas pela tecnologia”,(…) A contratação de funcionários jovens que entendam de redes sociais pode ser um bom começo.(…). Ouçam seus funcionários nativos digitais, porque eles terão novas ideias. Antes, o mais comum era que nenhuma grande mudança ocorresse durante a carreira de um gestor. Agora está claro que tudo o que você aprendeu na escola não será verdadeiro pelo resto de sua vida. Acredito que o alinhamento em redes vai exigir também profissionais mais abertos. Alguns veem os negócios como um jogo de tudo ou nada, onde duas pessoas não podem sair ganhando. Aqueles que acreditam que a colaboração cria um valor novo que pode ser compartilhado serão mais bem-sucedidos do que aqueles que dizem que existe uma única torta a ser partilhada.(…)O acesso universal às informações torna muito mais fácil pressionar as grandes empresas. Para lidar com isso, as companhias devem estar abertas a ouvir o que estão falando delas fora de suas paredes e estabelecer uma estratégia coerente para decidir o que elas consideram de sua responsabilidade e o que não.(…)A indústria promove a infraestrutura que ajuda os consumidores a conversarem e, ao mesmo tempo, é beneficiada, porque pode ouvir seus anseios.(…)Estão fazendo muita coisa errada, ao tratar as redes sociais quase que da mesma maneira como tratam a mídia tradicional. Geralmente, há uma disputa entre o marketing, que procura estabelecer uma conversa franca com o consumidor, e o jurídico e o comercial da empresa, que são contra esse diálogo. As companhias correm como uma manada para as redes sociais, mas ainda não sabem o que realmente é eficaz. Deveriam começar de fato com a perspectiva de que terão um diálogo franco com o consumidor, sobre o qual não têm o controle.(…)Outra profissão a surgir pode ser a do constituency manager, executivo responsável por gerenciar as áreas de relação com os clientes, (…)Uma área que com certeza está longe da maturidade é a da tecnologia de colaboração. Ela continua a mudar muito rapidamente e não vejo o fim disso. Acho que tecnologias elaboradas de realidade virtual são complexas e até agora não parecem ter funcionado. As wikis aparentemente estão tendo bons resultados, assim como os grupos de discussão.

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